Para visualizar este site perfeitamente, utilize o navegador!
Mural de Recados
Último recado deixado:
regina araujo 31/08/2010 às 14h48 professora aracaju serjipe
queria muito entrar em contato com meus parentes ai no piaui fiquei sabendo da morte de carlos algusto pela net que ele é meu primo, perdir contato com todos seria possivel eu obter noticias? [...]
Por volta das 14:20 Hrs desta quinta-feira, um grave acidente ocorreu em uma oficina no centro de Elesbão Veloso. Um cilindro de oxigênio, explodiu na oficina conhecida na cidade como oficina do 'Raimundo', que fica ao lado da antiga sede da Emater.
Segundo populares o braço direito do metalurgico Bébé, ficou com ossos expostos enquanto seu cunhado Raimundo teve vários ferimentos no rosto. Os mesmos foram encaminhados para o HUT emTeressina expirando cuidados. Confira imagens do ocorrido. Aguarde mais informações em breve.
Hopital sem ambulância
Fato que chamou a atençao de todos os presentes, foi a falta de ambulância para socorrer os feridos. Os mesmo tiveram que ser encaminhados para Teresina em carros particulares, em uma D-20 e em um veículo Monza.
Imagine você que Elesbão Veloso é uma cidade com mais de 15 mil habitantes e 11 mil eleitores, sem falar que várias cidades vizinhas procuram com freqûncia aquela casa de saúde. "E não poder contar com um serviço no minimo digno?".
O sol nem bem raiou e milhares de homens já estão espalhados pelos canaviais da cidade de Leme, um dos muitos polos produtores de cana-de-açúcar do estado de São Paulo. Com equipamentos de segurança rudimentares no corpo e foices afiadas nas mãos, os trabalhadores cortam enormes feixes de cana queimada a cada golpe. Eles têm pressa. Sabem que sua remuneração está diretamente ligada à produtividade. Os melhores cortadores chegam a empilhar até 8 toneladas de cana-de-açúcar num único dia de trabalho. A jornada é dura e desgastante, mas o contracheque médio de 1 100 reais serve de estímulo para esse grupo de trabalhadores, formado em sua maioria por migrantes nordestinos. O dinheiro ganho em São Paulo garante a sobrevivência de famílias inteiras no Nordeste e faz prosperar a economia de pequenas cidades encravadas no sertão. Nos últimos tempos, porém, um clima de tensão tem pairado sobre os canaviais paulistas. Desde 2007, quando um acordo firmado entre as usinas produtoras de etanol e o governo estadual antecipou de 2021 para 2014 o fim das queimadas nos canaviais, os homens têm perdido espaço para as máquinas. Nas últimas três safras, o número de vagas tem caído em média 15% ao ano. No mesmo período, a quantidade de colheitadeiras em atividade quadruplicou. Hoje existem cerca de 140 000 cortadores de cana em São Paulo, número que cairá para zero em quatro anos. É ótimo que as queimadas sejam eliminadas e que um trabalho degradante desapareça. É assim que o país evolui, tanto social quanto ambientalmente. Mas o fato é que, sem qualificação, os trabalhadores hoje envolvidos no corte de cana dificilmente conseguirão manter o já modesto padrão de vida de sua família. O exemplo do paraibano Antônio Sabino, de 38 anos, reflete bem o drama. Nascido em Princesa Isabel, município distante 450 quilômetros de João Pessoa, Sabino trabalha há 12 anos no corte de cana em Leme. Todo ano embarca em um dos muitos ônibus que transportam a mão de obra de pequenas cidades nordestinas até as usinas paulistas. A passagem custa 300 reais, mas o retorno é garantido. Com um salário de 1 500 reais por mês - conquistado graças a um desempenho muito acima da média -, ele sustenta os pais, a mulher e dois filhos na Paraíba e consegue economizar até 400 reais por mês. Terminada a safra, Sabino receberá a rescisão contratual e a participação nos lucros da usina, o que deverá lhe render o equivalente a quatro salários. Em novembro, voltará para casa com mais de 10 000 reais no bolso, uma fortuna para os padrões da região. "A economia de Princesa Isabel é movida pelo dinheiro da cana paulista", diz o prefeito Thiago Pereira. "São mais de 2 000 pessoas daqui que partem para São Paulo todo ano. A mecanização das lavouras vai nos trazer grandes problemas." Uma pesquisa elaborada pela engenheira Márcia Azanha, da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, mostra que quase 20% dos cortadores de Leme vêm de Princesa Isabel. Segundo Pereira, a expansão do setor sucroalcooleiro nos últimos anos surgiu como uma tábua de salvação para a economia local, já que na cidade não há indústrias e a grande maioria vive de emprego público e de programas sociais do governo federal.
Num pequeno sítio na zona rural de Princesa Isabel, as mulheres da família Sabino estão apreensivas. Neste ano, além de Antônio, outros cinco homens da família embarcaram rumo aos canaviais de São Paulo. A matriarca, Maria Cristina, de 77 anos, sabe que a atividade que hoje garante o sustento de todos está com os dias contados. Sem disfarçar a preocupação com o futuro, lembra-se dos tempos difíceis em que a agricultura local era a única fonte de renda e da ascensão social conquistada na última década graças à cana. "Construímos tudo o que temos com o dinheiro que os meninos trazem no fim do ano", diz Maria Cristina, apontando as três casas erguidas por seus filhos no sítio. Os comerciantes locais também lamentam. Nos últimos anos, o número cada vez menor de vagas disponíveis para o corte tem afetado as vendas, especialmente no final do ano - embora não haja estatísticas, pois o comércio é majoritariamente informal. "É só perguntar. Todos os lojistas da cidade já estão sentindo a queda nas vendas", afirma Manoel Francisco Santos Neto, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Princesa Isabel.
Por mais que afete a vida de milhares de brasileiros, a mecanização do setor sucroalcooleiro é um processo inevitável - e, olhado à distância de dramas pessoais, extremamente positivo. Assim como já ocorreu com a indústria automobilística a partir dos anos 70 e, mais recentemente, com as lavouras de soja brasileiras, o uso desse tipo de tecnologia é fundamental para aumentar a competitividade do produto final. No caso específico do etanol, é ainda mais importante, pois serve para atestar a sustentabilidade do combustível, uma vez que as queimadas lançam todos os anos milhões de toneladas de monóxido de carbono na atmosfera. Desde 2007, quando o Protocolo Agroambiental Paulista foi assinado, cerca de 2,6 milhões de hectares de cana deixaram de ser queimados, evitando a emissão de 7,6 milhões de toneladas de monóxido de carbono - volume equivalente à emissão de uma frota de 23 000 ônibus movidos a óleo diesel durante um ano. Na atual safra, 54% do total colhido no estado já está mecanizado. Nas últimas quatro safras, o número de máquinas em operação nos canaviais passou de 645 para 2 031. Estima-se que cada máquina que chega ao campo tire o emprego de até 100 homens. Por outro lado, gera 18 vagas para trabalhadores mais qualificados, como operadores, mecânicos, eletricistas e soldadores, que recebem um salário até três vezes maior. O grande problema é a falta de qualificação da maioria dos cortadores. "Mais de 90% dessas pessoas não sabem sequer ler e escrever", afirma Sandoval Brito, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Leme. "Não somos contra a mecanização, mas é preciso mais tempo para treinar esse pessoal."
Para a união da indústria da Cana- de-Açúcar de São Paulo (Unica), no entanto, o prazo é suficiente. Em 2009, a Unica lançou um programa de qualificação que pretende formar até 7 000 homens por ano. A ideia é transformar os cortadores em trabalhadores qualificados não só para as usinas mas também para a construção civil, setor que tem vivido um crescimento acima da média nos últimos anos e que carece de mão de obra. "Quando lançamos o protocolo, já sabíamos do problema do desemprego. Os programas visam reduzir o impacto social, dando a possibilidade de crescimento profissional ao trabalhador", afirma Marcos Jank, presidente da Unica. Os projetos devem dar ênfase aos moradores do estado de São Paulo, deixando de fora os cortadores nordestinos, cerca de 40% do total. O governo federal nem sequer possui estatísticas sobre a migração temporária no campo, o que evidencia a falta de políticas públicas para encarar o problema. No Nordeste, um cortador de cana não ganha mais que 2 reais por dia de trabalho. Para muitos, a saída será partir para outras culturas, como a de café ou a de mandioca, bem menos rentáveis que a de cana. Outros cortadores, no entanto, têm usado os últimos momentos em São Paulo para juntar o máximo de dinheiro possível e tentar montar um negócio próprio perto da família.
É o caso de Alex Laurindo, de apenas 19 anos, morador da cidade serrana de Triunfo, em Pernambuco. Franzino, seu biótipo em nada se parece com o de um cortador de cana padrão. Com um português impecável, conta que terminou o ensino médio há dois anos e foi obrigado a partir para São Paulo por falta de oportunidades. Este é seu segundo ano em Leme. Em 2009, juntou quase 10 000 reais, o suficiente para comprar uma moto - sonho de consumo de dez entre dez cortadores. Desta vez, a meta é mais ousada: ao lado do irmão Claudecir, que também trabalha nas lavouras de Leme, quer comprar a casa onde moram seus pais e o terreno ao lado do imóvel, avaliado em 1 500 reais, onde pretendem iniciar uma lavoura de milho e feijão. O pai, Cleidinaldo Laurindo, de 44 anos, um ex-cortador que teve de abandonar a profissão devido a problemas nos joelhos causados pelas longas jornadas nos canaviais, afirma que essa é a única forma de viver dignamente em Triunfo. "Aqui não existe emprego", diz. "Meus dois filhos mais velhos estão na cana por falta de emprego. Minha outra filha vai fazer 18 anos e também não tem trabalho. O fim do corte manual vai prejudicar muita gente por aqui."
Segundo o prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, mais de 2 000 dos 17 000 habitantes deixam a cidade todos os anos atrás do dinheiro da cana. Quando voltam, fazem a alegria dos comerciantes locais. "O mês de dezembro é uma loucura aqui. Eles chegam de São Paulo e aquecem o comércio", diz o prefeito. Josélia Fonseca, dona da única concessionária Honda da cidade, conta que vende em média 20 motos por mês durante o ano. A partir de novembro, no entanto, o número sobe para 120 unidades. "Se tivesse mais motos, venderia ainda mais", afirma. "Agora, não sei como vai ficar." A esperança recai justamente sobre os ex-cortadores que já conseguiram montar um negócio e se estabelecer em definitivo na cidade. Leandro Bezerra, de 27 anos, é um exemplo de sucesso. Com o dinheiro que ganhou trabalhando na região de Novo Horizonte entre 2006 e 2009, montou um bar. Hoje, fatura em média 1 500 reais por mês e emprega uma funcionária.
O caso de Ginaldo Patriota, de 32 anos, é ainda mais intrigante. Nascido em Serra Talhada, cidade na divisa entre Pernambuco e Paraíba, partiu para o corte em São Paulo aos 18 anos. Não tinha sequer o dinheiro para comer nos três dias de viagem a Leme. Nove safras depois, havia juntado 130 000 reais, o suficiente para comprar, à vista, um ônibus de turismo que hoje usa para transportar os cortadores de cana do Nordeste para São Paulo. "Agora sou um empresário do setor de transportes", diz ele, que cobra 240 reais a passagem e só neste ano já levou quase 1 000 trabalhadores para as usinas paulistas. "Tenho contatos em São Paulo e conheço muita gente aqui em Pernambuco. Faço o recrutamento do pessoal e entrego direto nas usinas." Em 2014, Patriota, o "headhunter do sertão", terá de encontrar um novo itinerário para seu ônibus. Os milhares de nordestinos que hoje trabalham nos canaviais de São Paulo também.
Dias atrás, moradora Eliane da Silva Sousa, 29 anos, estudante do Pro Jovem Urbano conversou com a nossa reportagem e pediu que a Prefeitura de Elesbão Veloso visse com bons olhos a possibilidade de pavimentar a Rua José Augusto Alves Teixeira, bairro Cirino, onde ela reside.
"O local é carente de saneamento básico, algumas ruas do bairro já foram beneficiadas com calçamento, faltou a nossa, espero que a prefeitura faça o serviço", falou Eliane. No plano de ação administrativa de Prefeitura Municipal está a proposta de 'calçar' ruas dos bairros Cirino e Capitão Mundoco nos próximos meses.
Aposentada que se identifica como "Rita do Antônio Júlia", moradora da Rua Alegrete, bairro Santa Clara, conta que no perímetro final da rua, aonde foi construído recentemente pela Prefeitura de Elesbão Veloso trechos de calçamentos ficaram restos de pedras(Paralepidídeos), o que vem servindo para o acúmulo de água em um buieiro.
Em mensagem de texto(torpedo, SMS) enviado à produção do Programa Painel Popular(Fm Eldorado), Dona Rita assegura que é portadora de necessidades especiais e pelo menos uma vez por mês precisa ir à Teresina. "Eu preciso ser carregada nos braços por alguém, pois não tenho cadeira de rodas, nem a Trafic Van(transporte alternativo) pode se aproximar por conta dessa bueira", disse Dona Rita, acrescentando que a sua maior preocupação é porque o marido dela está viajando e não tem quem carregue-a nos braços até a trafic, por isso, a aposentada pediu por parte da Prefeitura de Elesbão Veloso a adoção das providência cabíveis, a fim de solucionar o problema.
Mulher conhecida como 'Maninha do Zeca do Marco' relata que a quantidade de cães soltos entre as ruas Alegrete e Adonias da Cruz, no Matadouro é exorbitante.
Reforçando a versão de Maninha, um morador identificado pela alcunha de 'Caçote' disse a reportagem que dias desses em frente ao matadouro da cidade, foi possível contar 63 cachorros juntos, todos com a mesma finalidade: pegar sobras de carnes, oriundas da matança dos animais.
Na tarde do último sábado(17/07) um homem que quis se identificar apenas pelas iniciais J.L.S, 58 anos, morador da Rua 15 de Novembro, na Piçarra, disse que um dos seus vizinhos mantém um chiqueiro com 3 porcos de engorda.
"O chiqueiro exala uma fedentina insuportável, o incômodo é constante", falou J.L, adiantando que vai procurar a Vigilância Sanitária Municipal(VSM) para que esta adote as providências legais cabíveis. "Se eles(VSM) não resolverem o problema, irei ao Ministério Público", concluiu J.L.S.
Em Tempo Moradores de outros bairros da cidade, como Capitão Mundoco e Fátima também já denunciaram a existência desses criatórios de porcos(chiqueiros) em plena via urbana e pedem a intenvenção da Vigilância Sanitária e Ministério Público(MP) para que deem um basta na situação.
Provavelmente, durante a madrugada de ontem, domingo(11/07), um cano de 150mm, da Agespisa estourou na rua Coronel Edmundo Soares, no bairro de Fátima e deixou sem água moradores de pelo menos quatro bairros em Elesbão Veloso. A produção do programa Painel Popular(Fm Eldorado) recebeu reclamações de pessoas residentes nos bairros Matias, Cirino, Fátima e Capitão Mundoco.(VEJA FOTOS)
Elizângela Maria da Conceição, residente à rua Dom Pedro II, bairro de Fátima disse que existem seis postes da Eletrobras na referida rua e por incrível que pareça todos estão com as lâmpadas queimadas. Ela é estudante do curso de pedagogia numa faculdade particular e esposa do jogador de futebol Naldinho e cobra a reposição das luminárias.
"A rua está às escuras já faz um mês aproximadamente, já levei o caso ao conhecimento da Eletrobras e Prefeitura, mas não obtive respostas" falou Elizângela, que segue aguardando uma solução para o problema. "Afinal todos os meses, na conta de luz, é cobrado a tarifa de iluminação pública. Não podemos pagar por algo que não estamos utilizando", finalizou.
Elesbonense liga para a redação do Portal Elesbão News, para reclamar da situação da praça da Independêcia no centro de Elesbão Veloso. Segundo o elesbonense que não quis ser identificado, a praça da Independencia é a primeira praça de Elesbão Veloso, e não está recebendo nenhum tratamento por parte dos responsáveis.
"Essa praça, é a 1ª praça de Elesbão Veloso, veja a situação em que se encontra. Os bancos quebrados, jardins já não existe mais, isso é horrivel!. Essa praça merece um melhor tratamento por parte dos responsáveis. Mas hoje está abandonada!".
O mesmo aproveitou para solicitar a publicação de imagens da situação da Praça da Independência. "Tira umas fotos da situação dessa Praça, para mostrar aos elesbonense que residem fora, como encontra-se a Praça da independência!". O Portal retirou imagens e trás prá você. Confira como encontra-se a praça nas imagens abaixo!
Ontem por volta das 20 horas a reportagem do Portal Elesbão News, constatou um incendio às margens da PI-224, que pôde ser visto de vários pontos da cidade. O fogo ocorreu ao lado da fazenda do senhor Augusto Moura, na localodade Lagoa de Fora. Pelo que foi percebido o fogo foi provocado criminalmente por alguém que não foi identificado. O fogo destruiu boa parte do capim que fica às margens da PI-224, enquanto que pelo lado de dentro da propriedade do senhor Augusto, um senhor tentava em vão apagar o fogo que queimou até às margens do Açude da rua do Fio. Confira imagens!