Para melhor visualizar este site, atualize seu navegador. Clique AQUI e atualize!

Momentos de lazer no campo, longe dos problemas do dia a dia das grandes cidades,


  

Momentos de lazer no campo, longe dos problemas do dia a dia das grandes cidades, agora têm mais um motivo de ser considerado um período especial e sem deixar de lado a animação. No pacato município de Bom Jardim de Minas, MG, entre rotas importantes como Juiz de Fora e Rio de Janeiro,  está localizada a fazenda do Pacau, famosa por sua história que iniciou em 1782 e por seus hospedes ilustres, dentre eles D. Pedro II e princesa Isabel.


Resistindo aos séculos, a fazenda  continua recebendo inúmeros  visitantes “caçadores de aventuras”, pois  o diferencial está em oferecer além do ambiente rural, lugares propícios para prática de esporte radicais.
O casarão onde os turistas ficam hospedados todo arquitetado no antigo estilo europeu e mobilhado com móveis rústicos,  permite ao turista realizar uma viagem no tempo.
“Na fazenda as pessoas ficam a vontade e a decoração antiga faz com que todos tenham a sensação de estarem dentro do cenário de uma novela de época. O propósito não é causar um ambiente nostálgico, e sim mesclar: conforto e rusticidade, tranqüilidade e muita aventura”, garantiu o proprietário Raymundo Pena.
A região  tem várias montanhas  que permitem  a prática de diversas modalidades de esportes,  um grande diferencial para quem visita Bom Jardim de Minas,  além de passeios por grutas e cavernas a cidade tem seu charme interiorano o ano todo, seja no verão ou no inverno rigoroso.
A histórica fazenda do Pacau de 1782 também conta com vasta área de camping, banho de cachoeiras, passeio a cavalo e no cardápio a tradicional comida mineira, feita em fogão a lenha, motivos que atraem diariamente visitantes de todo país.
Todos os anos é realizado em Bom Jardim de Minas a “Copa Mantiqueira de MotoCross”, com várias categorias que permitem todos adeptos do esporte participarem. A etapa de Bom Jardim de Minas, recebe competidores renomados no esporte, como o campeão nacional de MotoCross por seis vezes  Massoud Nassar e o campeão carioca por oito vezes Vinicius Rachid.
Na categoria infantil, as crianças também não deixam a desejar, apoiada pelos pais viajam vários quilômetros para participarem do evento, assim como os aventureiros mirins Asafe Bento e Carlos Henrique, 6 anos,  ambos do Rio de Janeiro e sem medo de acelerar.
“A cidade além das riquezas naturais, do patrimônio histórico, também oferece grandes eventos, e a fazenda com fácil acesso por estrada totalmente asfaltada, está preparada  com amplo espaço e muita história, para receber os turistas que vierem conhecer os encantos e se divertirem em Bom Jardim de Minas”, concluiu Raymundo Pena.
Contato: (32) 3292-1219 – Fazenda do Pacau

Tendo em vista a necessidade de haver mais hostels para atender a demanda de turistas que visitam o Brasil e agradar os turistas brasileiros, a fazenda do Pacau em Bom Jardim de Minas, MG, aproveitou sua clássica instalação em estilo europeu e se tornou hostel.


Agora denominada Hostel Pacau Farm, a fazenda de 1782  cercada de serras e cachoeiras mantém a rusticidade em sua estrutura e decoração, preservando assim grande parte da história do Brasil, também oferece aos visitantes vasta área de lazer, ambiente propício para prática de esportes radicais, pesca esportiva, caminhadas e cavalgadas.


Com vários quartos, lavanderia, cozinha comunitária, fogão a lenha, sala de leitura, contato com o meio ambiente, em meio a diversos paraísos naturais como: cachoeiras, cavernas e montanhas, com fácil acesso e estrada totalmente asfaltada o Hostel Pacau Farm é ideal para atender as necessidades de quem procura mais que hospedagem, mas também diversão e intercâmbio cultural.


Segundo o proprietário Raymundo Pena o hostel foi desenvolvido pensando no turista brasileiro e no estrangeiro, “é um diferencial que o país ganha, aqui as pessoas se sentem em casa e está em freqüente contato com a natureza, com muito conforto e segurança”, garantiu.


Esta opção de hospedagem, é bem característica na Europa e países desenvolvidos, onde o hospede quer mais que um local para dormir, procura também interação com as pessoas e com o local visitado.

“Há hostels em várias grandes cidades brasileiras, mas viemos com o diferencial de adaptar dentro de em um casarão histórico do ano de 1782, aproveitando o clima da fazenda, as belezas do interior de sul de Minas Gerais e as riquezas naturais do Brasil, queremos mostrar ao mundo os encantos do nosso país”, conclui Raymundo Pena.
Contato: (32) 3292-1219 – Hostel Pacau Farm

Crédito: Laércio Guidio – Jornalista

Ator deixou o interior paulista em busca da realização profissional

Postado por Laércio Guidio

Entrevista com o ator que interpreta o personagem Amaro na novela Cama de Gato, falando sobre seu ponto de vista a respeito da persistência para realização profissional, matéria pautada pelos dados citados pela OIT sobre o número de jovens que não conseguem vaga no mercado de trabalho. Confira abaixo

Em artigo publicado na Folha de São Paulo, o diretor regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para América Latina e Caribe, Jean Maninat relatou dados alarmantes quanto ao número de jovens que não conseguem uma vaga no mercado de trabalho.
Segundo os dados 7 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estão as margens do emprego na América Latina.
O artigo intitulado “Jovens, educados e desempregados” publicado no dia 21 de fevereiro de 2010, deve ser assimilado pelo leitor não somente como uma estatística assustadora, mas também, como um incentivo de buscar um diferencial para oferecer ao mercado de trabalho.
O ator e jornalista Vasco Valentino Pigozzi Gregoratto, 24, que interpreta o personagem Amaro na novela “Cama de Gato” da Rede Globo, nasceu no município de Osvaldo Cruz, no interior paulista e acredita que para vencer na vida é preciso ter convicção do que se almeja, sustentando a idéia de que o investimento no sonho deve ultrapassar as barreiras dos contratempos que muitas vezes antecedem a maioria das vitórias.
Valentino que é jornalista por formação e ator por profissão, desde a faculdade se interessou pelo teatro, atuou em poucas peças e colecionou várias criticas construtivas, antes mesmo de ter registro de ator profissional já era visto como um sucesso iminente por especialistas no setor e foi vencedor do prêmio de melhor ator no Mapa Cultural Paulista 2005 com a peça “Uma Rosa para Hitler”.
Após apresentar o monólogo “Pobre de Rico” que interpretava “Raimundo”, um rapaz excluído da sociedade, o ator paulista tomou rumo diferente de seu personagem e foi em busca de seus ideais. Por conta própria Valentino visitou cidades cenográficas em Bogotá (Colômbia), para ver de perto como funcionava a teledramaturgia em outro país da América do Sul antes de passar a residir e trabalhar no Rio de Janeiro.
História como a do ator que acreditou em seu talento e foi em busca da realização profissional, não pode ser encarada como exceção a regra, e sim como exemplo de valorização das próprias potencialidades.
Vasco Valentino afirmou que muitas vezes precisou mudar os caminhos, mas nunca o foco, mencionou que às vezes as pessoas agem como coveiros e enterram seus próprios sonhos, subestimando suas capacidades.“Para Deus nada é impossível, infelizmente há aqueles que não sabem a força que têm; a persistência deve alcançar à altura do alvo”, completou.
Os números apresentados pelo diretor regional da OIT mostram um problema, o ator levantou uma solução que deve servir de reflexão para juventude: o quanto as pessoas estão investindo em si e acreditando em seus ideais?
Visão empreendedora talvez seja um caminho para driblar a escassez no mercado de trabalho, os jovens podem ser senhores dos próprios destinos. Acreditar e valorizar a si próprio já é um bom começo, afinal, grandes empresas são constituídas de grandes profissionais.
A preparação é sempre importante para qualquer posição que se almeje ocupar.
“Na ficção posso dar vida a vários personagens, mas para isso preciso investir diariamente no que sou na vida real. Com muita fé em Deus e persistência, podemos ser o que queremos”, concluiu Vasco Valentino.

Já mudei o caminho, mas não o foco - relatou o ator

Valentino diz que a persistência deve alcançar à altura do alvo.

Valentino foi para Colômbia ver como funcionava a teledramaturgia naquele país.

 


 Postado por Laércio Guidio – MTb 54867/SP

Acompanhando a ‘novelinha’ entre o governo federal e a FAB, na escolha entre o absolutamente caro caça Francês Dassault Rafale F3, e o de valor mais acessível tanto na compra como na manutenção e preferido da FAB o Saab Gripen NG da Suécia, faz lembrar o bordão da série mexicana ‘Chapolin Colorado’, que diz: “E agora quem poderá nos defender?”.
O Haiti nos fez lembrar outra série a la México, o ‘Chaves’ em que o personagem ‘Quico’ adora uma ostentação, sempre mostra aos outros que é mais rico e pode mais.
O Brasil estava há anos em missão de paz no Haiti, quando o Haiti era apenas o Haiti; uma ilha pequena, pobre ignorada, repleta de miséria e sem nenhuma visibilidade internacional. Foi somente acontecer o abalo sísmico que abalou também o poder brasileiro por lá.
Os EUA chegaram com tudo. Dominaram o aeroporto decidindo quem entra e quem sai; levaram porta aviões, navio/hospital de última geração, helicópteros e um enorme contingente de militares. Colocou o Brasil ‘no bolso’, de protagonistas passamos a coadjuvantes. Os americanos transformaram o Haiti em Hollywood, tudo para mostrar ao mundo que tem poder tanto para força de ocupação em guerras, quanto para ‘ajudas humanitárias’.
Qual é poder bélico do Brasil? O país que tem boa parte da Amazônia para ser defendida, é a quinta maior nação do mundo, estamos preparados para o pior?
Enquanto a FAB e o governo federal discutem a marca dos caças a serem comprados, os EUA fabricam seus próprios caças e já mostraram que quando entram em cena, não é para fazer figuração.
Metaforicamente falando, ficamos assim: Os brasileiros perguntam ao estilo de uma boa série latina americana - Quem poderá nos defender?. Já os EUA dizem ao estilo de um clássico desenho animado norte americano: “Vamos dominar o mundo”.
Moral da história: Fica a frase que ouvi um dia de um grande amigo na disputa por uma namorada. “Quem pode mais, chora menos!”

Laércio Guidio – Jornalista

Desde que a expedição “Brasil, cada canto um encanto” começou fazer jornalismo na estrada, guiada pelas sugestões dos seguidores do (@BrasilCadaCanto) no twitter, surgem sempre as mesmas perguntas: Como é ser pautado por internautas, e  quais as dificuldades encontradas?
O jornalismo precisa cada vez mais da interação, o público não é mais mero espectador, ele quer participar da matéria, fazer suas sugestões, elogiar ou criticar, quer ter voz, é muita prepotência querer “empurrar” informação goela abaixo.
Importante entender essa questão da interação em que o leitor deixa de ser um decodificador passivo de textos, os jornais que ainda não aprenderam essa mudança terão que aprender.
Nem sempre é possível seguir as sugestões dos internautas num primeiro momento, mas elas não são ignoradas e sim passam a fazer parte de um projeto de estudo de viabilidade.
O mochilão “Brasil, cada canto”, não mostra somente lugares, para isso já há centenas de matérias. A meta é sempre mostrar com a visão de um mochileiro, o que é divertido, interessante, curioso, radical, no lugar visitado.
Não são matérias de turismo deslocadas, é uma expedição por lugares poucos conhecidos, ou uma visão diferente de lugares já bastante divulgados, feitas pensando unicamente em abrir um leque de opções para as pessoas se aventurarem pelo Brasil.
Quanto às dificuldades encontradas, são superadas ao andar por quilômetros e ver a queda de uma cachoeira, ou ver uma floresta preservada de cima de uma montanha. Pode parecer uma resposta politicamente correta, mas é melhor que reclamar da chuva, da sede, do mato, da distância, do calor.
Tem gente que mesmo estando no paraíso, vai sempre procurar do que se queixar.
É justamente a emoção da dificuldade que distingue um passeio de uma aventura.

Laércio Guidio – Jornalista

Steve Jobs o executivo-chefe da Apple, apresentou na Califórnia o iPad, a nova tecnologia que lembra um note book, mas de aparência mais fácil de se manipular (sem mouse e teclados) e levanta a velha incógnita do jornalismo: “Será dessa vez que o jornal de papel irá acabar?”
Sabemos que a televisão não matou o rádio, a internet não matou a televisão e por ai vai.

É hora de parar e pensar na forma de se fazer jornalismo. Os impressos estão cada vez mais cheios de páginas e quem assina um jornal de médio ou grande porte sabe que tem papel suficiente no final da semana para forrar uma casa inteira para pintura, ou abrir uma peixaria e embrulhar um cardume todo.

Sem fazer apologia ao portátil iPad que nem chegou ao Brasil, mas não se pode negar seu lado positivo, na bandeira do ecologicamente correto de ler jornais, revistas e livros. Sem dúvida o jornalismo impresso está preservado culturalmente pelo hábito do contato entre os dedos, a tinta e o papel. Agora, é preciso repensar no luxo de devastar florestas para suprir a demanda de jornais robustos do mundo inteiro.

O formato do impresso sim deve mudar, assim como o conteúdo que deve começar no papel e se reforçar na internet, chegamos de uma vez por todas na era da interação entre as mídias, os jornais na web estão ganhando cada vez mais a atenção dos leitores. O acesso às informações em tempo real deve ser aliado da opção que tem a limitação de só poder informar o que ocorreu no dia anterior.

É preciso se conscientizar que o papel é um produto cada vez mais raro para ser usado em tão larga escala, sem falar no alto custo e na escassez de assinantes. As novas tecnologias não irão exterminar o jornalismo impresso, mas certamente fortalecerá ainda mais o jornalismo na internet e culminará em mais interação entre os meios.   

Laércio Guidio
Jornalista

Em busca de lugares com potencialidade turística pouco conhecida pela maioria dos brasileiros, a expedição jornalística “Brasil cada canto um encanto”, idealizada pelo jornalista Laércio Guidio, volta para estrada para “caçar paraísos” e mostrar o que o maior país da América Latina tem de bom a oferecer.

A expedição já percorreu várias cidades pelos seguintes Estados: Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia; agora continua a viagem para mostrar outros lugares interessantes, visando fomentar a vontade dos brasileiros em viajar pelo Brasil e divulgar cidades esquecidas pela grande mídia.

Com parceria com jornais, sites e revistas de vários Estados, todo material elaborado é disponibilizado para os quatro cantos do país. O microblog twitter também vem a ser uma importante ferramenta para divulgar as cidades visitadas, com um público seleto que acompanha a viagem desde o início a fim de descobrir novos lugares para viajar.

A expedição ganhou destaque na imprensa especializada em jornalismo, a Revista Imprensa noticiou a viagem jornalística com o seguinte título: “Jornalista Laércio Guidio viaja pelo BR para mostrar destinos pouco conhecidos.”

Qualquer cidade que tenha belezas naturais e queira mostrar suas potencialidades pode vir a receber a visita da expedição, que em três dias elenca os principais pontos turísticos do local e oferece aos leitores novas oportunidades de turismo e lazer, além dos tradicionais locais oferecidos pelas agências do setor.

A Prefeitura que quiser agendar a visita da expedição “Brasil cada canto um encanto” deve entrar em contato pelo endereço eletrônico: cadacantoumencanto@gmail.com

Saiba mais
Blog: http://cadacantoumencanto.blogspot.com
Twitter:  http://twitter.com/BrasilCadaCanto

Credito: Assessoria de Comunicação

Texto de Laércio Guidio, colaborador do Portal Elesbão News

 

Não, não estou pregando uma enxurrada de matérias pagas e jogando na lata do lixo o jornalismo investigativo, de interesse público, a favor da sociedade, não é isso.
Noblat escreveu no livro “A arte de fazer um jornal diário”, que os meios de comunicação são empresas como outras quaisquer, ou seja, tem gastos, funcionários, etc. É pura verdade, os jornais precisam sobreviver. Super herói com casa, comida e roupa lavada sem ganhar dinheiro só tem na ficção.
Parceria (empresa X jornal) é uma ótima via de mão dupla, o empresário que percebe isso só tem a evoluir. É obsoleta a empresa em pleno século XXI que não tenha um setor de comunicação, uma assessoria de imprensa ou no mínimo auxílio de um consultor da área.
Assim como tem que haver alguém para administrar as finanças, tem que haver alguém para cuidar do relacionamento com a imprensa, para ver o que de noticioso ela tem a mostrar a sociedade, um profissional para treinar os demais funcionários que poderão servir de fonte para os repórteres, sugerir pautas e é claro, sempre manter proximidade com os veículos de comunicação.
Não se trata de “comprar” os jornais e sim de saber que eles são tão fundamentais para o desenvolvimento quanto os produtos ou serviços prestados.
Os meios de comunicação existem porque há um público sedento por informação a todo instante, logo consumidores, que estão interessados em saber o que a responsável pelo produto ou serviço que utilizam no dia a dia faz para o bem coletivo, por exemplo.
Hoje as atitudes das empresas falam por si tanto quanto a qualidade de sua produção.
Não é à toa que as faculdades de administração oferecem na grade acadêmica a disciplina de Comunicação Empresarial, mesmo sendo superficial devido ao tempo do curso, a disciplina tem o objetivo que despertar no profissional a necessidade da empresa em se comunicar com seus clientes.
A concorrência voraz faz valer o velho ditado que diz que o mundo é dos espertos. E esperto é aquele que descobre o poder da comunicação e muda a forma de agir, passa a pensar no consumidor não só como uma fonte de lucro.
Já percebeu quantos desastres naturais teve esse ano? O que sua empresa fez para ajudar alguma vítima? Você não tem nada a ver com isso?
Lembre-se do velho ditado: “não basta existir, tem que participar”. Se você tem uma empresa, por mais modesta que seja, comece a pensar o que ela faz de bem para meio em que está inserida.
Ajudar ao próximo também é ajudar a si, o consumidor gosta de receber a notícia que o produto que consome tem responsabilidade social. Mas para ele saber isso é preciso duas coisas: 1º) Agir, fazer. 2º) Imprensa para divulgar.
Pense nisso.
Já que o artigo está recheado de ditados populares, nada melhor que terminar com um trecho de uma música de Zé Ramalho.
“Se em terra de cego quem tem um olho é rei, imagina quem tem os dois.”

Laércio Guidio
Jornalista MTb 54867/SP

Manchete do Portal Terra: “Lula pede a ministros que não falte dinheiro para o Haiti”.
Quando idealizei a expedição para viajar por todo Brasil e mostrar as qualidades e potencialidades do país, os interiores da nação e o que temos de bom para oferecer que poucos se preocupam em mostrar, tinha em mente fazer alguma coisa que pudesse ajudar, no sentido mais poético, altruísta e filantrópico da palavra.
Sem nenhuma ajuda do poder público ou privado, com pouco dinheiro no bolso e uma enorme gana de colocar a disposição do próximo meu oficio de jornalista, dei início a viagem, acompanhado de um jovem escritor mineiro.
Vimos lugares maravilhosos, cidades encantadoras, recebemos ajuda de cidadãos comuns e uma “mãozinha” de algumas prefeituras para arrumar lugar para dormir e comer, foram três Estados e várias cidades. Além das belezas naturais, vimos muita miséria, prostituição, crianças pedindo alimento na estrada e casas com plaquinhas que diziam: “Necessitamos de alimentos.”
Isso é Brasil. O mesmo país que hoje diverge com os EUA para ver quem realmente está no controle do Haiti, o país que manda milhões de dólares para as mazelas de fora e esquece da calamidade que aqui existe.
Em ano de eleição parece que a desgraça dos outros caiu como uma luva, de um lado o governo oferece uma infinidade de ajuda com homens, aviões, comida, remédios, médicos, bombeiros toda ajuda que milhares de brasileiros em diversas partes do Brasil sonham em receber.
O homem que se orgulha em dizer que veio de família humilde, esqueceu que seu povo continua na miséria.
O Brasil está entrando numa espécie de “guerra fria” quer mostrar ao mundo que pode mais, mas deveria mostrar aos brasileiros que pode fazer o básico por aqui.
A calamidade no país caribenho e as eleições que se aproximam no Brasil, podem ter motivado a atitude relâmpago do governador do Estado de São Paulo em homenagear a médica Zilda Arns que acaba de ser sepultada, o nome da criadora da Pastoral da Criança será eternizado num parque da capital paulista. Merecida homenagem, mas será mesmo que estão todos munidos com espírito de bondade ou estão aproveitando a desgraça alheia em ano eleitoral?
Assim como me propus a viajar o Brasil sem dinheiro e sem ter lucro para mostrar que nossa nação vale a pena ser levada a sério, um casal de médicos também faz uma expedição chamada “Médicos da Terra” e viajam para salvar vidas por todo país, e assim há tantas outras pessoas dispostas a fazer o bem sem visar nenhuma recompensa.
Acompanhando a disputa que se tornou o Haiti para ver quem pode mais, pois os olhos do mundo estão voltados para lá, causa uma sensação ruim. Esqueceram que existem vários Haitis dentro do Brasil, mas os pobres miseráveis daqui não têm mídia, é melhor manter o foco e o dinheiro onde está toda a atenção no momento, tudo revestido no preceito de ajuda humanitária encobrindo talvez uma grande campanha eleitoral nada gratuita.
É preciso ajudar os que necessitam sim, não há dúvidas, esse artigo não é uma apologia ao boicote ao auxílio ao povo haitiano que tanto precisam, mas é preciso deixar claro que o Brasil há anos já vem fazendo sua parte por lá, está na hora de investir um pouco nos miseráveis de cá.
Quem sabe um dia a manchete dos jornais sejam que o presidente mandou não faltar dinheiro para acabar com a fome no Brasil. De preferência pensando no povo e não nas urnas.

Laércio Guidio 
Jornalista  MTb 54867/SP

Mal chegamos na metade do primeiro mês de 2010 e já há noticias catastróficas suficiente no mundo para fazer um programa inteiro de retrospectiva.

Cada ano tem por si uma tragédia que o registra na história, seja por guerra, terrorismo,  ou calamidades naturais como vem sendo marcado o início de 2010, em poucos dias enchentes e desabamentos ocorreram em várias partes do Brasil, excesso de neve na Europa, terremoto no Haiti, tornado na Argentina.

As calamidades são tantas que esse último nem chegou a ser noticiado no Brasil, mas a população de diversas cidades da Argentina ainda tenta se recuperar de um tornado que ocorreu há poucos dias, o estrago foi mais material derrubando várias casas, árvores e telhados, deixando várias pessoas sem água e energia elétrica, devido a pouca quantidade de mortos os holofotes do mundo estão centrados na tragédia haitiana.

O Haiti tem seu território menor que o Estado de Alagoas, e problemas gigantescos desde muito antes do terremoto de 7 graus na escala Richter. Desde a virada do ano os jornais contabilizam vítimas, após a contagem de Angra dos Reis no Rio de Janeiro, foi a vez de Agudo no Rio Grande do Sul, agora as centenas de milhares de vítimas no Haiti.

Em ano de Copa do Mundo o ônibus com a seleção de Togo foi metralhado em Angola e tantos outros ataques terroristas continuam a ocorrer por todo o globo, a novidade é que esse ano a natureza também resolveu mostrar sua força com mais intensidade. A realidade resolveu superar a ficção.

Com tantos imprevistos o início de 2010 marcou a vida de muita gente e mostrou a fragilidade humana, fica no ar o sentimento de impotência diante de tamanha calamidade e o ano literalmente mal começou.  

Laércio Guidio

1 2




eXTReMe Tracker